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| O Conteúdo televisivo no Brasil, uma disputa entre duas modalidades |
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| LucasTakahashi - Blog | |||
| Escrito por Lucas Takahashi | |||
| Ter, 02 de Novembro de 2010 14:43 | |||
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Atualmente o Brasil, segue um padrão de certa forma ditado pelas grandes emissoras norte-americanas, que controlam o espectro que cobre os Estados Unidos, no qual a prioridade é a TV fechada. Para um país, como os E.U.A que tem lá seus quase 99% de famílias com no mínimo um televisor recebendo sinal, seja via satélite, terrestre ou cabo, não existe muito os problema com audiência entre o canal fechado e o canal aberto. Agora no Brasil, o segundo país que mais assiste televisão, depois dos E.U.A. tem suas particularidades, pois embora a maior parte do público televisivo brasileiro tenha acesso a uma televisão, a maior parte não tem meios financeiros de manter as extravagantes assinaturas de canal fechado. Levando em consideração a isso, as transmissões no canal fechado de determinados programas e conteúdos, antes do canal aberto, acaba sendo vantajoso. Com os atuais crescimentos na economia brasileira, com os novos números de pessoas na classe média, cada vez mais pessoas estão conseguindo seu acesso aos canais fechados, como mostra o super crescimento de assinantes na provedora Net (Globo/Embratel). De certa forma você tem uma grande evasão das transmissões aberta via terrestre para as fechadas via satélite e cabo, e alguns para o sistema on-demand oferecido pela internet. Em contrapartida, se tem a quarta maior rede de emissoras de televisão do mundo, e maior da America Latina, Rede Globo, que é dona dos canais Globo Sat, provedora de conteúdo para os canais fechado mais procurados pelos brasileiros, como Sportv, GNT, Tele Cine, PFC e Globo News, que balanceia determinados públicos, como o esportivo, cobrindo campeonatos nacionais de futebol, com uma grade diversificada, onde os principais jogos são exibidos no canal aberto, e os outros no canal fechado. Fazendo com que, a maior parte da audiência permaneça no canal aberto. Mas devido às ações de certas emissoras de televisão, isso esta mudando aos poucos, e de certa forma, se a televisão brasileira com transmissões no espectro aberto, mesmo que seja grosseira a forma de expressar, não mudar a forma de transmitir programas e outros entre ambas às modalidades vão acabar tendo uma grande perca no canal aberto. No Japão, algo desse gênero já ocorreu á muitos anos, e se for considerar hoje, o Japão é o país da tecnologia, onde tudo esta acessível para qualquer tipo de público. Então não seria suspeito dizer que a maioria da população japonesa tem em casa acesso aos canais fechados. Levando esse fato, podemos notar que, se as séries e filmes, documentários, “desenhos” e outros forem exibidas primeiro no canal fechado, as emissoras de canal aberto estariam em sérios riscos, mas no Japão ocorre exatamente ao contrário. Lá você tem emissoras fortes disputando no canal aberto, onde os animes, filmes, séries e qualquer outro tipo de conteúdo são exibidos primeiro no canal aberto, mas daí, como o canal fechado sobreviveriam? Muito simples, no canal aberto, a programação esta acessível para determinado público em virtude da jornada de trabalho e escolar, além das diversas modalidades de censuras por horário, dessa forma, você tem no canal fechado um horário diferente da transmissão aberta, e sem censura. Ainda que ameacem a televisão de ser extinta pela internet, não é algo que podemos acreditar, pois, além de ser uma forma de entretenimento, é a maior fonte rentável de lucros no mundo, além de ser a mais acessível no mundo inteiro. As mesmas coisas podem dizer do cinema, além de ser a casa dos espetáculos, onde são exibidas pela primeira vez, é o local de lazer, de encontros e diversão entre famílias, amigos e mais queridos. Se fossemos levar ao radicalismo, praças e parques não deveriam mais existir, pois a preferência na própria casa sempre foi muito maior, ainda mais com tanta tecnologia. É por isso que estamos vivenciando tantas mudanças, muitas desnecessárias e outras extremamente necessárias, mas o que cabe a cada um, é escolher o que é melhor, não deixar ser manipulado por massas, pois cada ação gera uma conseqüência que elimina ou adiciona grupos de coisas e pessoas no futuro. O Conteúdo televisivo no Brasil, uma disputa entre duas modalidades Atualmente o Brasil, segue um padrão de certa forma ditado pelas grandes emissoras norte-americanas, que controlam o espectro que cobre os Estados Unidos, no qual a prioridade é a TV fechada. Para um país, como os E.U.A que tem lá seus quase 99% de famílias com no mínimo um televisor recebendo sinal, seja via satélite, terrestre ou cabo, não existe muito os problema com audiência entre o canal fechado e o canal aberto. Agora no Brasil, o segundo país que mais assiste televisão, depois dos E.U.A. tem suas particularidades, pois embora a maior parte do público televisivo brasileiro tenha acesso a uma televisão, a maior parte não tem meios financeiros de manter as extravagantes assinaturas de canal fechado. Levando em consideração a isso, as transmissões no canal fechado de determinados programas e conteúdos, antes do canal aberto, acaba sendo vantajoso. Com os atuais crescimentos na economia brasileira, com os novos números de pessoas na classe média, cada vez mais pessoas estão conseguindo seu acesso aos canais fechados, como mostra o super crescimento de assinantes na provedora Net (Globo/Embratel). De certa forma você tem uma grande evasão das transmissões aberta via terrestre para as fechadas via satélite e cabo, e alguns para o sistema on-demand oferecido pela internet. Em contrapartida, se tem a quarta maior rede de emissoras de televisão do mundo, e maior da America Latina, Rede Globo, que é dona dos canais Globo Sat, provedora de conteúdo para os canais fechado mais procurados pelos brasileiros, como Sportv, GNT, Tele Cine, PFC e Globo News, que balanceia determinados públicos, como o esportivo, cobrindo campeonatos nacionais de futebol, com uma grade diversificada, onde os principais jogos são exibidos no canal aberto, e os outros no canal fechado. Fazendo com que, a maior parte da audiência permaneça no canal aberto. Mas devido às ações de certas emissoras de televisão, isso esta mudando aos poucos, e de certa forma, se a televisão brasileira com transmissões no espectro aberto, mesmo que seja grosseira a forma de expressar, não mudar a forma de transmitir programas e outros entre ambas às modalidades vão acabar tendo uma grande perca no canal aberto. No Japão, algo desse gênero já ocorreu á muitos anos, e se for considerar hoje, o Japão é o país da tecnologia, onde tudo esta acessível para qualquer tipo de público. Então não seria suspeito dizer que a maioria da população japonesa tem em casa acesso aos canais fechados. Levando esse fato, podemos notar que, se as séries e filmes, documentários, “desenhos” e outros forem exibidas primeiro no canal fechado, as emissoras de canal aberto estariam em sérios riscos, mas no Japão ocorre exatamente ao contrário. Lá você tem emissoras fortes disputando no canal aberto, onde os animes, filmes, séries e qualquer outro tipo de conteúdo são exibidos primeiro no canal aberto, mas daí, como o canal fechado sobreviveriam? Muito simples, no canal aberto, a programação esta acessível para determinado público em virtude da jornada de trabalho e escolar, além das diversas modalidades de censuras por horário, dessa forma, você tem no canal fechado um horário diferente da transmissão aberta, e sem censura. Ainda que ameacem a televisão de ser extinta pela internet, não é algo que podemos acreditar, pois, além de ser uma forma de entretenimento, é a maior fonte rentável de lucros no mundo, além de ser a mais acessível no mundo inteiro. As mesmas coisas podem dizer do cinema, além de ser a casa dos espetáculos, onde são exibidas pela primeira vez, é o local de lazer, de encontros e diversão entre famílias, amigos e mais queridos. Se fossemos levar ao radicalismo, praças e parques não deveriam mais existir, pois a preferência na própria casa sempre foi muito maior, ainda mais com tanta tecnologia. É por isso que estamos vivenciando tantas mudanças, muitas desnecessárias e outras extremamente necessárias, mas o que cabe a cada um, é escolher o que é melhor, não deixar ser manipulado por massas, pois cada ação gera uma conseqüência que elimina ou adiciona grupos de coisas e pessoas no futuro. Lucas Takahashi,
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| Última atualização em Qua, 03 de Novembro de 2010 20:45 |

